A realidade aumentada, aquela famosa lista telefônica antiga que as operadoras entregavam todos os anos em nossa casa era indispensável antes do surgimento do Google.

Não havia outra forma eficiente de encontrar endereços e telefones de empresas e pessoas. Porém, ela mudou um pouco…

A novidade é que uma dessas operadoras conseguiu trazê-la de volta em pleno século XXI, utilizando uma solução de Realidade Aumentada.

Desenvolvida pela Centésimo (www.centesimo.com.br), transformando os anúncios em imagens mais vivas com o uso dos smartphones – um formato muito mais interativo, envolvente e eficiente.

A Realidade Aumentada?

Trata-se de uma tecnologia capaz de reproduzir os elementos gerados pelo computador, capturados por uma câmera, sensores, etc.

Geralmente colocando-os em ambientes físicos, do “mundo real”.

Por exemplo, os famosos personagens do Pokémon Go agora são elementos da Realidade Aumentada onde o app utiliza a câmera e o GPS dos smartphones para capturar as criaturas.

Mas a tecnologia super avançada dos Pokémon Go e dos anúncios desenvolvidos pela Centésimo são muito recentes, porém a história da Realidade Aumentada é muito mais antiga.

Já em 1901 (é isso mesmo) um escrito chamado L. Frank Baum já tinha a ideia de utilizar um óculos para mostrar os dados de uma pessoa, ele chamou de character marker.

Nas décadas de 60, 70 e 80, alguns pesquisadores ligados à indústria do cinema, trabalharam no desenvolvimento de equipamentos do que seria chamado de Realidade Aumentada.

(Aliás, esta expressão é atribuída a um cientista da Boeing, Thomas P. Caudell, que, teoricamente, teria criado em 1990).

Uma das empresas que investiram nesta tecnologia foi a Silicon Grafics, em 1994.

Mas, voltemos ao presente…

A ponte entre dois mundos: online e offline

A realidade aumentada

A Realidade Aumentada tende a ter um gigantesco impacto ao conectar os mundos online e offline na indústria do varejo.

Mas melhorando a experiência do cliente ao realizar uma compra, em todos os estágios do funil de marketing/vendas.

Muitas empresas já sabem disso e deram um passo adiante.

A Zion Market Research acredita que o mercado global de Realidade Aumentada deverá investir US$ 133 bilhões em 2021.

A utilização em lojas certamente será um vetor neste crescimento.

Consciência da Marca

Ao iniciar o trajeto pelo funil de marketing/vendas, o primeiro estágio é o da Consciência, também conhecido por Awareness, de Marca.

A Realidade Aumentada pode contribuir convencendo as pessoas a visitarem as lojas ao instigá-las a testar os produtos.

A Lego desenvolveu um app que estimula as pessoas a visitar o seu site para posar com os personagens. Em algumas lojas, já existem quiosques que dão vida aos produtos com o uso de tecnologia 3D.

Engajamento

A realidade aumentada

Logo após superar o primeiro obstáculo, o desafio passa a ser de  envolver  o  visitante,  integrando a Realidade Aumentada a experiências mais divertidas.

A Uniqlo, criou vestiários em Realidade Aumentada.

O consumidor entra em um deles e pode-se ver em variações de modelos e cores das roupas que está vestindo.

Conversão

Então, chegamos a um dos principais objetivos de qualquer empresa do varejo. Assim como em pesquisa realizada pela Retail Perceptions informa:

40% dos compradores estariam mais propensos a pagar mais por um produto se pudessem testá-los utilizando a Realidade Aumentada.

A American Apparel desenvolveu um aplicativo e uma plataforma de Realidade Aumentada para oferecer informações adicionais dos seus produtos.

Inclusive a disponibilidade de estoque, cores, até mesmo algumas variações feitas pelos clientes. Tudo para facilitar o processo de compra e comprovadamente aumento das vendas.

Fidelização

A realidade aumentada

Portanto, assim que realizada a compra, o objetivo passa a ser de garantir que o cliente torne-se um consumidor regular, talvez até um defensor da marca.

O poder de engajamento da Realidade Aumentada torna muito mais fácil convencer os clientes a informar seus dados necessários para as customização das experiências.

O que irá fazer com que se sintam muito mais importantes, gastem mais tempo dentro da loja e utilizem mais os programas de fidelidade.

O futuro



O uso da interatividade, da capacidade de envolvimento e diversão garantida oferecida pela Realidade Aumentada pode contribuir para atrair mais as pessoas de volta às lojas offline.

O que não significa exatamente que se deva abandonar o e-commerce.

Mas muito pelo contrário.

Então a oportunidade é imensa pois significa unificar online e offline em um só, aperfeiçoando o processo de vendas e a experiência do cliente.



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